Por intermédio e solicitação do dentista pesquisador e Pós-Doutorando na Universidade de Nova York,  Ronaldo Hirata, que também é professor palestrante da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE), a clínica Dickson Martins da Fonseca recebe para intercâmbio científico e prático o italiano Emanuele Cicero que cursa odontologia em Madrid, na Espanha e busca apreender a filosofia da sinergia em odontologia com os profissionais da Clínica DMF e Oralway.

A Apple Store ganhou um novo aplicativo. É o Diagnóstico da D.C.M. (Disfunção Crânio Mandibular) baseado na tese de mestrado (USP/Bauru) do dentista potiguar, Dickson Martins da Fonseca, que 20 anos depois se tornou um APP com o objetivo tornar acessível uma informação antes restrita ao meio científico e facilitar no diagnóstico de sinais e sintomas que possam estar associados à DCM.

A Disfunção Crânio Mandibular (DCM) também conhecida como Disfunção da ATM, pode causar alterações no bom funcionamento da fala, mastigação e deglutição. A disfunção afeta cerca de 8 milhões de brasileiros que muitas vezes desconhecem o problema devido a difícil identificação através de exames tradicionais. No próximo dia 3 de abril o aplicativo será lançado em São Paulo durante evento na Ertty Ortodontia, com palestra proferida por Dickson da Fonseca sobre: Sinergia em Odontologia Integrada.

O aplicativo Diagnóstico da D.C.M. é um teste com 10 perguntas e possui confiabilidade de 95%. O índice permite classificar os pacientes em quatro categorias: não portador de DCM, portador de DCM Leve, portador de DCM Moderada e portador de DCM Severa, de acordo com a pontuação obtida referente à quantidade de sim, não e às vezes como resposta às perguntas. Do ponto de vista clínico, a partir da DCM LEVE há uma necessidade de uma avaliação/consulta preventiva com o dentista.

“Tenho observado que é uma tendência da área médica e odontológica de uma maneira geral, fazer chegar ao consumidor final, informações antes só obtidas de maneira mais complexas. E sempre tive como meta popularizar o Índice Anamnésico de Disfunção Craniomandibular (DCM) e com a proliferação dos smartphones o momento foi perfeito”, explica Dickson da Fonseca.

O Índice Anamnésico de DCM também denominado “Índice da Fonseca”, bem com o aplicativo, não tem a pretensão de substituir a consulta clínica realizada pelo dentista, nem muito menos diagnosticar tipos de DCM, mas principalmente alertar preventivamente quem possa ter sinais e sintomas compatíveis com disfunção bem como o seu grau de severidade. E o profissional de saúde tem feito uso como apoio no fechamento do diagnóstico de um conjunto de sinais e sintomas que podem ser confundidos com outras doenças.

Assim que cientificamente o “Índice da Fonseca” foi testado e aprovado; ele serviu de orientação e metodologia científica para diversos outros trabalhos nas mais diversas áreas da Odontologia, Medicina, Fisioterapia, Fonoaudiologia, tendo atualmente mais de 4.400 citações no Google. “Do ponto de vista clínico o Índice da Fonseca, desde 1994, é usado em diversas especialidades odontológicas. Além do caráter do diagnóstico preventivo tem o registro legal antes e depois de qualquer tratamento”, salientou.

 

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