Você tem um problema conhecido como respiração bucal. É prejudicial ao crescimento da face e ao aprendizado. O tratamento geralmente envolve a avaliação por um ortodontista que o encaminhará a um otorrinolaringologista. Aconselha-se procurar um profissional o mais rapidamente possível.

Este é um problema conhecido como falta de selamento labial. O tratamento poderá ou não ter solução. Tudo vai depender da causa:

  • 1. Face muito alongada impossibilita a correção;
  • 2. Respiração bucal e dentes muito para frente são passíveis de correção;
  • 3. Queixo muito para trás pode ser tratado se ainda houver crescimento.

Neste caso, a época de procurar o tratamento vai depender da localização do problema: dentes ou ossos da face. Se o problema estiver nos dentes, pode ser tratado a partir da dentição permanente. Se nos ossos, o tratamento deve ser precoce, antes que a pessoa páre de crescer.

Mais conhecido como apinhamento dentário, este problema requer uma avaliação do ortodontista, porque o tratamento dependerá de vários fatores, como por exemplo:

Este tipo específico de apinhamento requer certa pressa para iniciar o tratamento, aproveitando-se a própria força de irrupção do dente. Portanto, procure um profissional imediatamente. Quando os caninos nascem muito alto, é alta a probabilidade destes ficarem com problemas na gengiva.

Problemas na fonação podem ter ou não uma relação direta com os dentes. O ortodontista encontra-se apto para encaminhá-lo a um fonoaudiólogo, se necessário.

Este problema é conhecido como diastema. Geralmente, aconselha-se tratá-lo somente após a irrupção dos caninos permanentes. O tratamento do diastema requer uma avaliação do ortodontista e, às vezes, pode necessitar da ajuda de outros profissionais.

Dentes ausentes no arco dentário devem ser razão de certa preocupação. Procure imediatamente seu ortodontista para saber se há algo anormal. O profissional provavelmente solicitará uma ou algumas radiografias para melhor analisar o caso e instituir o tratamento, se necessário.

Primeiramente uma quantidade adequada de osso de boa qualidade. Está com a saúde em ordem.

Sim, podemos aumentar a quantidade de osso através de cirurgia de enxertos ósseos.

Implantes osseointegrados são pinos de titânio colocados no osso para substituir a raiz do dente, funcionando como uma base para uma futura prótese.

Quando as falhas ocorrem estão associadas a fatores relacionados ao próprio paciente (qualidade óssea, doença sistêmica como diabetes, fumantes, usuários de drogas) ou relacionados a técnica cirúrgica e alterações no protocolo.

Sim, a perda de um implante não inviabiliza um nova cirurgia para recolocar o implante. Inclusive o osso fica mais resistente no local pois forma uma cicatriz deixando o osso mais resistente.

O sucesso de um implante depende de vários fatores:

  • Qualidade do osso
  • Esterilização
  • Técnica cirúrgica delicada
  • Saúde geral do paciente
  • Planejamento

O sangramento é o primeiro sinal de inflamação na gengiva (gengivite). Deve-se procurar atendimento para remoção da placa bacteriana ou cálculo e orientação de higiene bucal.

Quando a inflamação gengival não é tratada pode atingir o osso(periodontite), provocando mobilidade no dente. Uma raspagem de tártaro e placa deve ser feita para retirar a inflamação. A mobilidade também pode ser provocada por um contato mais alto quando é feita uma restauração.

A gengiva pode retrair expondo a raiz, deixando o dente mais longo. Se interfere na estética, e a retração não é muito grande, pode ser feita uma plástica gengival para recobrir esta raiz. Também pode ser feito tratamento sem cirurgia com o objetivo de estacionar esta retração (controle e manutenção/acompanhamentos). Os cuidados são:

  • Escovação delicada
  • Escova macia ou extramacia
  • Usar creme dental sem abrasivo
  • Técnica de escovação adequada para quem tem recessão.

Vários fatores estão associados com a retração:

  • Gengiva muito fina
  • Escovação com força
  • Uso de escova dura
  • Uso de creme dental abrasivo
  • Posição do dente Pode acentuar a retração a força inadequada que incide sobre o dente durante a mordida ou mastigação.

Existe um espaço entre o dente e a gengiva onde pode ficar preso pequenos fragmentos (casquinha de pipoca, grão de farofa, cartilagem de caranguejo) o que vai agir como corpo estranho e provocar um abcesso. O abcesso é uma bolha com pus que aprisiona o corpo estranho tentando expulsa-lo, provocando dor. Deve-se buscar o tratamento o mais rápido possível, pois pode vir a provocar febre e atingir o osso que sustenta o dente.

A gengiva pode retrair e expor a raiz do dente que é uma região que pode ser sensível (sensibilidade de colo) ao toque(escova), a mudança de temperatura (frio-quente) e frutas cítricas. O tratamento para redução da sensibilidade pode ser feito com aplicação de laser e/ou substâncias a base de flúor (bochechos, gel, verniz) e substâncias que protejam a raiz.

O sangramento é o primeiro sinal de inflamação na gengiva (gengivite). Deve-se procurar atendimento para remoção da placa bacteriana ou cálculo e orientação de higiene bucal.

Não, desde que sejam feitos respeitando as técnicas biomecânicas. E o portador deve higienizá-los com cuidado, bem como os dentes naturais e o aparelho, pois quem estraga os dentes é a placa bacteriana que se fixa no dente natural e nas superfícies dos grampos. Sem placa não temos danos para os dentes naturais e perda de estrutura de suporte. (Gengiva e osso).

É a restauração parcial ou total da coroa de um dente, quando se denomina prótese fixa unitária, ou a substituição de um ou mais dentes perdidos, quando se denomina "Ponte Fixa". Ao ser fixada sobre os dentes do paciente, previamente preparados para recebe-la, reabilita-o para mastigar, falar e esteticamente. Recebe o nome de "Fixa" porque não pode ser removida pelo paciente ou pelo dentista, a menos que este a corte com o uso de brocas especiais.

A durabilidade de uma prótese fixa depende de vários fatores: 1 de um bom exame e planejamento prévio; 2 da técnica e materiais utilizados; 3 da fineza da adaptação da prótese aos dentes; 4 da boa relação da prótese com os tecidos gengivais; 5 da justeza da sua oclusão, isto é, da sua harmonia com a função mastigatória. Tudo isso vai depender do grau de especialização do dentista e do seu protético, das condições de trabalho que o paciente oferece ao seu dentista e dos seus cuidados de manutenção da saúde bucal, para que a prótese dure mais de 10 anos, que é a vida média das próteses fixas.

Os dentes, para funcionarem bem, precisam estar em equilíbrio nos arcos dentários superior e inferior, sempre submetidos a um sistema de forças oriundas dos músculos mastigadores, lábios, bochechas e língua. A perda de um só dente desequilibra esse sistema de forças, e os dentes movimentam-se migrando para compensar a perda. E os espaços são criados, desníveis acontecem e a mastigação e a estética sofrem. Os dentes precisam ser recolocados porque eles fazem parte de um todo: o sistema mastigatório.

A cada 5 anos, o paciente deve procurar o seu dentista, para uma análise criteriosa para confecção de novas dentaduras. Estéticas, harmonia facial, desgaste dos dentes, envelhecimento precoce, falta de retenção, reabsorção óssea, dores em algumas áreas são alguns itens importantes para indicação ou não de uma nova dentadura.

Quase sempre elas irão provocar pequenas ulcerações na sua gengiva. É muito difícil fazer dentaduras que não traumatizem a fibromucosa, provocando dores.Quase sempre é necessário realizar controles posteriores, desgastes, ajustes oclusais etc.; Não esquecer que as dentaduras são duras, e o tecido da gengiva muito delicado.

O melhor remédio é usá-las o maior tempo possível. Esse reflexo passará logo. Seu dentista pode ajudar verificando a extensão da base e a adaptação no céu da boca.

Se possível não. Depois que elas estão bem adaptadas é melhor remove-las para dá um descanso a fibromucosa (gengiva).

Algumas doenças como: osteoporose, o diabete, alterações cardiovasculares e mesmo uma deficiência imunológica estão entre os fatores mais comuns que levam à contra-indicação de implante para idosos. Temos também que avaliar, através de radiografias a quantidade e qualidade óssea.

O aumento do tecido gengival, em geral, é resultante de tramas locais e irritação crônica produzida pelo uso dessas dentaduras. Uma ocorrência comum em portadores de prótese totais, e mesmo parciais, utilizadas por um longo tempo e não mais adequadas, é representada por um aumento tecidual, caracterizando as chamadas hiplasias inflamatórias e também papilomatosas.

Com a idade, o centro da sede tem sua função diminuída, fazendo com que se ingira menor quantidade de água. Isso aumenta o risco de desidratação de tecidos e mucosas, como as da boca, criando um meio propício para doenças. Mas hoje, sabe-se que a boca seca está muito mais relacionada com o uso de medicamentos. A falta de saliva aumenta o risco de cárie, pois ela age promovendo uma autolimpeza e nos casos de portadores de dentaduras diminui a retenção destas. A partir dos 50 anos, temos que ingerir mais água, mesmo sem sentir vontade e avaliar com o médico os medicamentos realmente necessários.

Evitando o uso do fumo, uso frequente de bebidas alcóolicas, usando protetor solar nos lábios todos os dias, tendo uma dieta balanceada, cultivando hábitos saudáveis e fazendo consultas prenventivas com seu dentista pelo menos uma vez por ano.

O câncer de boca pode apresentar-se como uma alteração de cor na boca, que pode ser branca, vermelha ou escurecida. Pode apresentar-se também como um aumento de volume ou uma úlcera.

No início as lesões do câncer de boca não apresentam sintomas, daí a importância da realização do auto-exame da boca.

A síndrome do ardor bucal é uma alteração sensitiva que alguns pacientes apresentam, que caracteriza-se por sensação de dor, ardor ou queimação na língua e outras partes da boca, sem contudo, apresentarem nenhum tipo de alteração na boca.

Não se sabe exatamente o causa esta alteração, mas alguns fatores já foram associados como diabetes, anemia, alterações hormonais e estresse.

O mau hálito ou a halitose pode ser considerado normal em alguns casos como, por exemplo, no caso da halitose matinal, ou a halitose que está associada a dietas, conhecida comumente como halitose da fome. Entretanto, a maioria das causas da halitose está associada a problemas na boca e deve ser tratada.

A halitose pode ser causada por vários fatores, como dieta, sinusite, problemas periodontais, boca seca e língua saburrosa.

Não, mas ainda ocorre com muita freqüência o pensamento de que, com o passar dos anos, é normal que se percam os dentes. Hoje, temos um número grande de tratamento para preservação dos dentes. Se o dente inteiro não está bom, mas a raiz está ficamos com a raiz, para preservar também o osso ao seu redor.

A dor à mastigação pode indicar desde presença de cárie, fraturas, traumas e até mesmo um início de uma inflamação na polpa (Pulpite).

A dor espontânea, na maioria das vezes, indica a necessidade do tratamento endodôntico ou retratamento. Se ela for insuportável, deve-se procurar tratamento o mais rápido possível, pois ela não cessa com o uso de analgésicos.

Estas dores podem ser causadas por problemas dentários. Um simples tratamento de canal resolve rapidamente esta sintomatologia.

Crises de sinusite podem confundir com dores dentárias. Se o paciente estiver gripado, e sentir um grande peso no local ao baixar a cabeça, deve desconfiar desta patologia.